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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Desenvolvimento de Novos Negócios

Uma empresa é uma iniciativa que tem o objetivo de fornecer produtos e serviços para atender a necessidades de clientes e obter lucro com isso. Um empreendedor é a pessoa que identifica e explora oportunidades por meio da criação de uma empresa.

O processo de criar uma empresa pode ser resumido em cinco etapas principais:
  1. Idéia
  2. Avaliação da Idéia
  3. Plano de Negócios
  4. Implantação do Empreendimento
  5. Operação Regular
Cada uma dessas etapas é um projeto dentro de um projeto maior e em todas elas o empreendedor pode aplicar as técnicas da administração de projetos.

1. Idéia
Todas as idéias de novos negócios surgem de duas fontes principais:
1 - a criatividade do empreendedor
2 - o mercado, que, em seu sentido mais amplo, é o ambiente geral da sociedade.

2. Avaliação de Idéias
Há muitos aspectos a considerar e planejar entre o surgimento de uma idéia e a criação de um negócio. Em certos casos, o empreendedor acredita mais na idéia do que na necessidade de fazer qualquer espécie de avaliação e tem os recursos para correr todos os riscos. De forma geral, no entanto, uma avaliação da viabilidade e dos riscos do empreendimento é recomendável.
Alguns dos aspectos a serem incluídos na avaliação de uma oportunidade são analisados a seguir:
1 - Viabilidade de Mercado
2 - Concorrência
3 - Viabilidade Técnica
4 - Controle Governamental
5 - Investimento inicial e Retorno

3. Plano de Negócios
Um plano de negócios é uma descrição detalhada do empreendimento - o produto ou serviço a ser fornecido e todos os aspectos da operação da futura empresa. O plano de negócios projeta a imagem da empresa como o empreendedor espera que ela seja, para orientar o processo de sua criação e implantação. O plano de negócios também pode ser a base para um pedido de financiamento.
A preparação de um plano de negócios é uma fase de um projeto maior, que é a criação da empresa.

4. Implantação do Empreendimento
O resultado da execução do plano de negócios é a implantação do empreendimento. A implantação envolve inúmeras tarefas, como a compra ou aluguel de um local e de equipamentos, a contratação e treinamento de pessoal, o desenvolvimento de sistemas administrativos e o início das operações, entre muitas outras.
Tudo isso deve ter sido previsto, agendado e orçado no plano de negócios. As ferramentas da gestão de projetos dão ao empreendedor a visão sistêmica das tarefas a realizar, evitando que aspectos importantes sejam negligenciados.
Assim, o plano de negócios deve conter uma parte dedicada ao planejamento da implantação, abrangendo, pelo menos, a estrutura analítica do projeto, o cronograma e o orçamento.

5 . Operação Regular
A extensão da implantação depende de decisão do empreendedor. Pode ser que, logo depois da inauguração, o novo negócio seja considerado uma operação regular. Um prazo maior, por exemplo, seis meses depois da inauguração, pode ser considerado dentro da implantação. Esse prazo permite que sejam feitos ajustes e a avaliação do desempenho do novo negócio. Desse modo, os custos de um período experimental de operações também podem ser incluídos no plano de negócios.
A operação propriamente dita é o funcionamento regular do sistema de transformação de insumos em produtos e serviços. A operação gera as receitas que permitem retorno do investimento e, como toda rotina, produz desgastes que precisam ser corrigidos - nos processos produtivos, nos equipamentos, nas qualificações da mão-de-obra e, principalmente, nos produtos e serviços, que podem tornar-se obsoletos ou sofrer a concorrência de novos competidores. As decisões a respeito dessas correções de rumo, de inovações e da expansão ou diversificação dos negócios pertencem ao terreno do planejamento estratégico. Muitas dessas decisões, especialmente aquelas que envolvem novos investimentos de grande porte ou modificações radicais nas rotinas, são postas em prática por meio de projetos. A operação alimenta os projetos, que retornam para as operações, num ciclo contínuo de aprimoramento dos produtos e serviços.

Motivação

No campo de administração, o estudo de motivação tenta explicar as forças ou motivos que influenciam o desempenho das pessoas em situações de trabalho. Uma vez que o desempenho das pessoas no trabalho depende, em parte, de sua motivação, e o desempenho da organização depende do desempenho das pessoas, a compreensão desse processo é de grande importância na administração das organizações.

O desempenho no trabalho é o resultado que uma pessoa consegue com a aplicação de algum esforço. O desempenho é positivo quando o resultado beneficia a própria pessoa, o grupo do qual ela participa, um cliente ou a organização na qual trabalha.

Ser aprovado num concurso, vencer uma competição, atender satisfatoriamente a um cliente ou montar corretamente um produto são exemplos de desempenho positivo. O desempenho na realização de qualquer tipo de tarefa ou objetivo é influenciado por inúmeras forças. Entre elas estão as forças chamadas motivos, que produzem a motivação para o trabalho.

Motivação para o trabalho é um estado psicológico de disposição, interesse ou vontade de perseguir ou realizar uma tarefa ou meta. Dizer que uma pessoa está motivada para o trabalho significa dizer que essa pessoa apresenta disposição favorável ou positiva para realizar o trabalho.

terça-feira, 22 de junho de 2010

O Controle na Empresa

O Controle pode ser definido como um conjunto sistemático de atividades voltadas para a verificação do grau de sucesso obtido por uma determinada ação ou programa. O Controle está intimamente relacionada ao planejamento. Para alcançar seus objetivos, a avaliação, implícita no controle, precisa ter como parâmetros fundamentais os objetivos traçados no momento do planejamento.

O Controle só se torna eficaz se contribuir para a melhoria dos processos e sistemas organizacionais. Para tanto, precisa estar sistemicamente articulados com o planejamento, de onde buscará os padrões de desempenho.

O ideal é que os padrões de desempenho tenham sido claramente definidos no momento do planejamento. Caso isso não ocorra, no entanto, deverá ser buscada uma referência a ser utilizada. Para tanto, podem ser tomados, por exemplo, o desempenho mantido por outras organizações ou mesmo o alcançado pela própria organização em períodos anteriores.

O fundamental é que, de alguma maneira, existam padrões, ainda que simples. Muito importante, também, é que os mesmos estejam claramente difundidos pela organização, de modo que sejam buscados por todos os envolvidos no processo.

Os gerentes contam com uma variedade de meios para obter informações de controle:
- Inspeção visual
- Dispositivos mecânicos ou eletrônicos de contagem e medição, como sistemas computadorizados de informações.
- Questionários.
- Sistemas automatizados de captura de informações, como feixes de raios laser que lêem códigos de barras.
- Relatórios verbais ou escritos.
- Gráficos e mapas.
- Escalas.

Na etapa final do processo de controle, a informação sobre o desempenho real é comparada com os padrões ou objetivos. Com base nessa comparação, pode-se iniciar uma ação para corrigir ou reforçar atividade ou desempenho.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Centralização X Descentralização

Uma das questões que precisam ser analisadas na definição de um modelo organizacional é o grau de centralização que o mesmo adotará. Os modelos tradicionais foram fortemente influenciados por duas das mais antigas instituições: a Igreja e o Exército, as quais caracterizam-se por um elevado grau de centralização.

A centralização tem como principais vantagens a manutenção da harmonia e coerência interna na tomada de decisões, além do ganho de escala que pode ser obtido em negociações com fornecedores e da economia, evitando-se a ocorrência de duplicidade de funções. Por outro lado, a descentralização proporciona uma maior proximidade entre quem decide e quem executa, além da possibilidade de adaptação da decisão às características peculiares a cada operação, bem como uma maior rapidez no processo decisório.

Um dos fatores responsáveis pelo aumento do grau de descentralização em muitas organizações foi a disseminação da informática. Com um pequeno investimento, qualquer empresa pode montar redes de informação que permitem o rápido acesso a bancos de dados, fazendo com que os gerentes dos setores descentralizados contém com o mesmo tipo de informação disponível nos escritórios centrais. A internet tem dado um impulso ainda maior a essa tendência pois, na realidade não é preciso mais nem mesmo montar uma rede própria, podendo ser utilizada a conexão pela grande rede.

Outro fator que favorece a descentralização é a adoção dos princípios da gestão da qualidade total. Para manter-se o atendimento aos clientes em alto nível é necessário que seja delegado um real poder decisório às pessoas que lidam diretamente com os mesmos. Por exemplo, ninguém fica satisfeito quando, ao procurar uma determinada empresa para resolver um problema, é atendido por pessoas que não possuem autonomia para resolver a questão e pedem que se aguarde uma solução, que virá após a consulta a órgãos superiores, consulta esta que demorará alguns dias. Numa situação dessas, a perda do cliente para a concorrência parece ser bastante provável.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Missão, Visão e Valores de uma Empresa

O Conjunto formado pela Missão, Visão e Valores representa a identidade Organizacional.

Missão: É a finalidade da existência de uma organização. È aquilo que dá direção e significado a essa existência. A missão da organização está ligada diretamente aos seus objetivos institucionais, amos motivos pelos quais foi criada, a medida que representa a sua razão se ser.

Visão: É o sonho da organização. É aquilo que se espera ser num determinado tempo e espaço. A visão é um plano, uma idéia mental que descreve o que a organização quer realizar objetivamente nos próximos anos de sua existência. Normalmente é um prazo longo (pelo menos, 5 anos). Jamais confundir Missão e Visão: a Missão é algo perene, sustentável enquanto a Visão é mutável por natureza, algo concreto a ser alcançado. A Visão deve ser inspiradora, clara e concisa, de modo que todos a sintam.

Valores: Representam os princípios éticos que norteiam todas as suas ações. Normalmente, os valores compõem-se de regras morais que simbolizam os atos de seus fundadores, administradores e colaboradores em geral.

Exemplo:

Missão, Visão e Valores da Inovação Consultoria:

MISSÃO: Contribuir para o crescimento de nossa nação, partindo da juventude, através do desenvolvimento humano e empresarial, agregando valores e rompendo paradigmas.

VISÃO: Ser referência no ramo de atuação até meados de 2010, buscando aprimoramento contínuo e inovando sempre.

Valores: Ética, Transparência, Efetividade e Competência.

Toda empresa deveria se preocupar em formatar essas diretrizes. Muito mais que uma nova ferramenta de qualidade, a Missão, Visão e Valores de uma empresa representam na essência o que ela é, o que almeja ser e os valores que a norteiam.

Fonte:

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Saiba como repartir o dinheiro da empresa

Para repartir o bolo, o que é preciso levar em conta para definir o pedaço que cabe a você - e o da empresa.

- Impostos em dia
As empresas em débito ou atraso com o INSS ou o FGTS não podem distribuir oficialmente o lucro aos sócios.

- Tudo documentado
Os sócios investidores, aqueles que contribuem apenas com recursos para a formação do capital da empresa, só têm direito ao lucro apurado anualmente. Mas os que entram com dinheiro e também trabalham no negócio têm direito aos lucros.

- Salário de mercado
Em caso de dúvida em relação ao valor ideal de pró-labore, aconselho tomar como base os salários médios pagos aos profissionais que têm a mesma função que o empresário desempenha diariamente à frente do negócio.

- Cuidado com o Fisco
Se a empresa reparte altos valores de lucros regularmente entre os sócios e cada um tem oficialmente um pró-labore baixo, a Receita Federal entenderá essas transações como fraude. E isso pode resultar em multa.

- Às vendas
Uma alternativa para criar um sistema móvel de retiradas é estabelecer regras de bônus atreladas às vendas.

- Investimentos garantidos
Independentemente dos bons resultados, no entanto, o dono da empresa segue regras rígidas na hora de embolsar a parte que lhe cabe dos lucros. Depois de apuradas todas as despesas e impostos, ele divide o lucro líquido da seguinte forma: 30% vão para sua conta pessoal e os outros 70% são reinvestidos na empresa.

- Quanto mais regras, melhor
Além de repartir o lucro em pró-labore, reinvestimento na empresa e bônus, é recomendável separar uma parte também para despesas extras com pessoal. Por exemplo, uma empresa que acaba de criar um fundo de reserva para pagar o 13º salário dos funcionários, uma prática que deve se tornar permanente daqui para a frente.

Quanto mais regras a empresa criar para dar transparência na divisão dos lucros, melhor.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Livro: Delegar Tarefas com Segurança

Li este livro recomendado pela minha profª de Psicologia Nelma Marques Pintor. Gostei e recomendo para todos lerem!




Já que esse livro não está disponível em tantas lojas, quem quiser baixe o arquivo no link indicado abaixo para ler esse livro em PDF.

http://www.mandamais.com.br/download/h0ky35201023317

"Delegar tarefas com segurança" começou colocando duas premissas. Dúvidas comuns que atormentam líderes que tem medo de delegar tarefas. Seus funcionários serão capazes de executá-la? Eles serão capazes de fazê-la dentro dos padrões exigidos? Vantagens de quem aprende a delegar: poupar tempo para tarefas mais importantes, aumentar a capacidade e a competência de seus funcionários, flexibilizar a organização das tarefas criando recursos alternativos, permitir que você se concentre em tarefas mais importantes, possibilitar que você pense, pesquise, discuta e se desenvolva para o futuro. Desvantagens: precisa controlar tudo, requer tempo e pode não funcionar, delegando eles se aprimorarão, serão promovidos, progredirão e podem acabar assumindo meu cargo. Lendo esse livro pode superar a sua insegurança."

O uso da Percepção na Empresa

O estudo da percepção e da atenção, em particular, mostra a importância dos aspectos comportamentais. Por exemplo, um professor pouco atento à disciplina modifica a percepção de muitos alunos quanto a essa questão. Professores voltados em demasia para a didática chegam a polarizar as atenções dos alunos para aspectos formais da disciplina, ate mesmo com prejuízo dos conteúdos.

Uma série de aspectos ligados aos indivíduos, seus conceitos e valores:
- muitos profissionais não desenvolvem percepção para a extensão de suas ações. Uma visão de mundo limitada, muitas vezes favorecida pelas características das atividades que executam, contribui para o desenvolvimento de esquemas rígidos de pensamento. Outras vezes, isso resulta de características pessoais;
- outros profissionais, com sincera disposição para satisfazer a sua clientela, não conseguem desenvolver atenção para os detalhes de suas atividades; falta-lhes aprender a discriminar as conseqüências do que realizam.
- tem importância fundamental o desenvolvimento de visão sistêmica dos processos em que as pessoas atuam, porque o cliente principal pode não ser o imediato.

Nos exemplos citados acima, recomendam-se duas estratégias básicas para iniciar o processo de promover a mudança de percepção dos profissionais:
- desenvolver a visão de cliente, conseguir que o profissional perceba que o cliente interno ou externo existe.
- consiste em torna-lo disposto a compreender esse cliente, o que requer disposição mental para efetuar trocas.

Fazer que o cliente sinta satisfeito – papel essencial de todo indivíduo na Organização competitiva – significa percorrer um caminho, cruzando uma estreita e difícil ponte: a ponte de autoconhecimento, a ponte do “eu”.

Conceito de Liderança

O líder, para exercer bem seu papel, depende de alguns atributos pessoais como facilidade de comunicação e motivação especifica para liderar “energias” (potenciais de trabalho).

Liderança é a capacidade de exercer influência sobre pessoas. Sem liderança, não há Organização.

Não se confunde “chefia” ou “gerência” com “liderança”. Na Organização, a gerência possui finalidade especifica: conseguir que as pessoas cumpram seu papel. Para isso, ela exerce influência sobre os indivíduos, valendo-se do poder que o sistema normativo racional-legal proporciona-lhe.

Liderar envolve a capacidade de conseguir resultados, incluindo-se o seguimento de normas reguladoras, sem que os meios de coerção precisem ser utilizados.

Liderança é capacidade que algumas pessoas possuem de conseguir que outras, de modo espontâneo, ultrapassem o estabelecido formalmente.

Planejamento Estratégico

A necessidade de planejar estrategicamente é resultado de dois conjuntos de forças principais:

O primeiro compreende as oportunidades e desafios criados pelos segmentos do ambiente, como concorrência, consumidores, tecnologia, fontes de matéria-prima e outros elementos.
O segundo compreende os problemas e as oportunidades que surgem nos sistemas internos da organização, como as competências de seus funcionários, a tecnologia de suas maquinas e equipamentos e processos, sua disponibilidade de capital e outros elementos.

O processo de planejamento estratégico consiste em definir objetivos para a relação com o ambiente, levando em conta os desafios e as oportunidades internos e externos. O processo de planejamento estratégico afeta a empresa a longo prazo, porque compreende as decisões sobre os produtos e serviços que a organização pretende oferecer e os mercados e clientes que pretende atingir.

Toda organização tem uma estratégia, ou plano estratégico, com algum grau de explicitação. Em algum momento do passado, seus administradores definiram objetivos pensando em aplicar recursos para aproveitar oportunidades do mercado.

A Contabilidade

A Contabilidade é o grande instrumento que auxilia a administração a tomar decisões. Na verdade, ela coleta todos os dados econômicos, mensurando-os monetariamente, registrando-os e sumarizando-os em forma de relatórios ou de comunicados, que contribuem sobremaneira para a tomada de decisões.

A Contabilidade é a linguagem de negócios. Mede os resultados das empresas, avalia o desempenho dos negócios, dando diretrizes para tomada de decisões.

Evidentemente, o processo decisório decorrente das informações apuradas pela Contabilidade não se restringe apenas aos limites da empresa, aos administradores e gerentes. E também a outros segmentos como investidores, fornecedores, bancos, sindicatos e entre outros...

Na verdade os funcionários são usuários internos. Pela Contabilidade eles sabem se a empresa pode pagar seus salários e se eles têm espaço de crescimento nela.

Dicas úteis de como abrir uma empresa de Engenharia

  1. Uma empresa de Engenharia tem menos impostos que a Construtora;
  2. O tempo demora entre abrir uma empresa pode depender da agilidade do contador e da Junta Comercial de seu Estado;
  3. Não se esqueça que empresa construtoras devem também fazer inscrição junto ao CREA;
  4. Empresas que atuam no ramo de engenharia não podem ingressar no Simples Nacional, por força do que está contido no artigo 17, inciso XI da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006.